Amor de filme, Príncipe e Blá, Blá Blá

Eu sempre me surpreendi comigo mesma quando o assunto era superar o fim do relacionamento. Eu sou decidida, talvez até um pouco individualista, egoísta. Nossa, quantos “istas”, mas é verdade, sempre pensei muito em mim.

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Na realidade eu nunca dei muita importância a encontrar minha cara metade, a minha alma gêmea ou coisas do gênero, eu queria mesmo era conhecer o mundo.

Porém no fundo, sabemos que, 90% das mulheres sonham em encontrar o seu príncipe encantado (valeu Disney, valeu comédias românticas) e comigo não foi diferente.

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Entre um relacionamento frustrante e outro eu pensava “por que meu príncipe se recusa a vir”. Quando eu comecei a desacreditar e até perder a fé no cupido, pronto me apaixonei. 

Eu me encantei antes mesmo de encontrar “o ser do conto de fadas”, mas não vem ao caso. Quando tomei coragem e aceitei conhece-lo pessoalmente, pude constatar, era ele. Conforme caminhava em minha direção eu fui lendo seus traços: Calmo, alto, bonito, branquinho, com sardinhas rs rs

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E de repente o príncipe falou “oi”. Eu queria parar o mundo ali, congelar aquele momento mas só pensei “que voz linda”. Voz é algo que eu valorizo, gente!  Algum tempinho depois aquela mesma voz incrível me disse “sua saia está rasgada”. Constrangedor! Rs rs rs

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Após às formalidades devidamente cumpridas estávamos nos beijando. Tudo nele era o melhor que eu havia conhecido. O melhor toque, o melhor beijo e, principalmente, a melhor companhia.

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Conforme os meses foram passando eu pude perceber que não conseguia mais viver sem aquele sorriso de lado, sem aquele abraço, sem aquele dedo no ouvido hahaha, sem aquela sintonia. Na verdade, eu não queria nunca mais perder o meu melhor amigo.

E de repente eu comecei a achar que tinha encontrado o meu Conrado, o meu John Tyreeo, meu Dylan Harper, o meu Noah Calhoun, meu Hace, meu Kirito, meu Adam, meu Anakin Skywalker. Sei lá, encontrado alguém que realmente se importava comigo, alguém que era diferente dos outros. Ele era a mistura perfeita de todos os meus personagens favoritos. 

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Mas como identificar se ele foi mesmo o príncipe da minha vida? Rss Bom, eu consigo sentir isso quando fecho os meus olhos e percebo que em determinados
momentos me senti a Tati, a Savannah Curtis, a Jamie, Allie Hamilton, a Babi, a Asuna, a Emma e a Padmé…  Eu era a mistura perfeita de todas as minhas personagens favoritas.

Ele me deu coisas que eu sempre quis, me deu um amor de “filme”, me deu músicas, me deu amizade, me deu companhia, me deu família, me deu amor! Me deu a explicação de que o príncipe pode demorar a chegar, mas que, sua presença calorosa compensará qualquer atraso.

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Pena que os filmes são mentiras, são mega produções feitas, apenas, para nos iludir. Na vida real ele nunca estará na porta com flores nas mãos pedindo uma segunda chance, nunca vai dizer que sente saudades, que sente muito por tudo.

Na vida real há mulheres infinitamente mais interessantes, há uma vida muito mais agitada, há orgulho, há ego, há concessões. 

A lição que eu tiro disso tudo é que o amor verdadeiro não tem final feliz, porque o amor verdadeiro não tem fim. E se, de fato, a solidão for o preço a ser pago por ter vivido um amor eu escolho passar o resto da minha vida sozinha. 

Pra sempre – Unique

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