The O/\ 🍄🙃🍄

Gente, série Crazy!!! 

A roteirista Brit Marling tomou várias doses de chá de cogumelo durante a criação dessa trama. Hahahaha. Aliás, além de pegar uma onda forte na elaboração do projeto ela também é a protagonista, dose dupla.

Ficção científica, romance, terrorzinho… hahaha adoro quando misturam todos os gêneros em uma série e dá certo. A personagem principal, Prairie, é sequestrado e reaparece após 7 anos se auto intitulando OA. 

No início a gente acredita que a história pode ser apenas em torno do suposto sequestro dela,porém, o enredo se torna cada vez mais interessante e a série toma outro rumo, inclusive nos leva a viajar, questionar os limites da vida, da existência, do que é considerado aceitável pela ciência e/ou pela sociedade.  

Eu li que os próprios criadores comentam sobre os mistérios da série, “É delicioso questionar a verdade”. 
Te leva a um mergulho transcendental, sei lá. É uma mistura de Stranger Things com Fringe que a meu ver deu super certo. Kkkk

Até o final da primeira temporada reconheci apenas 2 personagens: Aquele que fez o Sr. Hershel em TWD (ele faz o Pai da OA) e uma médica de Grey’s Anatomy; mas esqueci o nome dela, isso também pouco importa. Kkkkk

Você tem que embarcar no universo parelelo, se deixar envolver para curtir essa produção. O último capítulo da temporada é de arrepiar, eu curti!! 

Enfim, assistam é legal. ❤️❤️

Abaixo algumas citações da série que eu achei incríveis:

“Disseram que seria invisível, como pular em uma corrente invisível que simplesmente leva você embora”.

“Aqui nos nossos portões banhados pelo mar e dourados pelo sol, se ergueráuma mulher poderosa, com uma tocha cuja chama é o relâmpago aprisionado e seu nome Mãe dos Exílios. No farol de sua mão brilha um acolhedor abraço universal; Os seus suaves olhos comandam o porto, unido por pontes que enquadram cidades gémeas.”Mantenham antigas terras sua pompa histórica!” grita ela. Com lábios silenciosos “Dai-me os seus fatigados, os seus pobres, as suas massas encurraladas ansiosas por respirar liberdade. O miserável refugo das suas costas apinhadas. Mandai-me os sem abrigo, os arremessados pelas tempestades, pois eu ergo o meu farol junto ao portal dourado.” 

Emma Lazarus.

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